quarta-feira, 9 de novembro de 2011
MARIQUITA COMEMORA DECISÃO JUDICIAL
OS CAÇA "NÓIAS" EM LAGARTO
Em Lagarto, assim como em todo o país existem cinco poderes: Legislativo, Judiciário, Executivo, da Igreja e do Tráfico de drogas. O controle dos traficantes na cidade vem de muito tempo e para que se perpetue esse mal crianças e adolescentes são encaminhados ao mundo do crime. Enquanto dormimos esse pessoal estão bem alerta, pois se beneficiam das leis caducas de nosso Brasil e da falta de uma boa criação da maioria dos pais que não acompanham o desenvolvimento de suas crias. O tempo passa e enquanto alguns aspectos da nossa vida melhoram, outros regridem sem nenhuma preocupação das autoridades constituídas. E recordo das palavras de grande amigo: "esse país é uma baderna, é tudo jogado". Para a polícia muita das vezes é perda de tempo batalhar dificilmente para prender um "malandro" e depois ser achincalhado pelo mesmo "malandro" que não passa mais de 12 horas na prisão, pois as leis o protegem. A coisa anda tão "jogada" que existem boatos que em Lagarto um grupo de pessoas anônimas juntaram-se na missão de extermínio dos chamados "nóias", usuários de crack que vivem a praticar crimes para manter o vício. Parece coisa de cinema, mas quando recebemos informações da maneira das vítimas a serem assassinadas, ficamos pasmo com a criatividade dos assassinos. Mas não é de agora, no túnel do tempo podemos recordar de crimes absurdos. Como sempre diz o cantor Edson Gomes: "a gente precisa de um super-homem que faça mudanças imediatas".
segunda-feira, 7 de novembro de 2011
SALA DE SITUAÇÃO DA DENGUE EM LAGARTO
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Fonte: SISFAD/DVE/NE-SE |
sábado, 5 de novembro de 2011
DE NOVO, NOVAMENTE
Era uma vez um lugarzinho no meio do fumo, com sabor de mandioca e o cheiro de jaca mole. Lagartauru's, terra onde o vento não faz a curva, pois a sua beleza é espalhada aos quatro cantos desse Brasil. Quem mora aqui não quer ir embora e se alguém se foi sonha em voltar. Os lagartauruenses só sentem solidão quando estão distante da terra natal. E o encanto de sua beleza por destino me faz menino no despejar o amor venerado. Alguns dias um pouco distante, estamos de volta. Estivemos na "capitá" fazendo cursos e pedimos desculpas.
quarta-feira, 2 de novembro de 2011
TAREFAS DO CENTRO DE ZOONOZES DE LAGARTO
Poucos conhecem a grande utilidade de um Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) em seu município, mas ele é uma importante unidade de saúde pública. Tem como papel fundamental prevenir e controlar as zoonoses, aquelas doenças de animais transmissíveis ao homem, bem como aquelas transmitidas do homem para os animais.
Em Lagarto, o centro vinculado à Secretaria de Saúde, está localizado no Bairro Pratas. Desenvolve sistemas de vigilância epidemiológica de cinco zoonoses: raiva, calazar, dengue, doença de chagas e esquistossomose (de ratos). Para isso, são realizadas constantemente vacinação anti-rábica, coletas de material sorológico, visitas domiciliares e palestras educativas.
São desempenhados, ainda, atendimentos clínicos de triagem com animais suspeitos de alguma zoonose com o médico veterinário, onde é colhido o material para análise. “Realizamos também castrações cirúrgicas de gatos e cães com a finalidade de diminuir o número de animais de ruas e conseqüentemente as doenças transmissíveis”, afirmou a gerente do centro, a veterinária Lara Hora.
O controle de populações de animais peçonhentos como aranhas, cobras, escorpiões é realizado com sucesso pelo centro de zoonoses que realiza constantemente visitas residenciais. “Dentro de poucos dias estaremos realizando a captura diária de animais de grande porte com o objetivo de diminuir os riscos de acidentes automobilísticos. Hoje já existem as capturas pontuais, mas em breve o recolhimento desses animais gerará algum tipo de punição para o seu proprietário”, informou a gerente Lara.
É permitida também ao Centro de Controle de Zoonoses a prática de eutanásia (sacrifício) em animais, realizada com métodos humanitários.
Dia C
Uma grande ação realizada pelo Centro de Zoonoses de Lagarto foi a realização pioneira no Estado de Sergipe do Dia C, onde foram recolhidos e exterminados 220 kg de caramujos gigantes africanos no povoado Colônia Treze. “Estamos vigilantes em todo o município e também em suas fronteiras, através dos nossos agentes de endemias, dessa praga que assola todo o Estado”, concluiu Lara.
Por AssCom – Secretaria de Saúde/PML
VACINAÇÃO ANTI-RÁBICA
A campanha de vacinação anti-rábica que foi interrompida no ano passado por denúncias de causar danos aos animais, óbitos. O Ministério da Saúde fez uma série de estudos e chegou a conclusão de proibir a comercialização da vacina produzida pelo laboratório Bio-Vet. Em Sergipe a nova vacina já chegou e Lagarto será o pioneiro com início da campanha anti-rábica para amanhã e todo o município será coberto pelo centro de Zoonoses. Os povoados serão os primeiros e na sede a Secretaria Municipal de Saúde marcará um dia D, assim que a zona rural for totalmente visitada pela equipe vacinadora. Penso que falta intensificação na divulgação desta campanha para que grande número de caninos e felinos sejam alvejados com esse benefício. Ainda não vimos nenhuma mídia vinculada a respeito, apenas esse blog por conta própria. Amanhã as equipes se dirigirão para grande número de comunidades, mas é preciso que o pessoal receba uma comunicação prévia, pois muito dos agricultores têm a cultura de levar seus animais para as malhadas e a equipes só visitam uma vez cada comunidade. O centro de zoonoses tem uma equipe exemplar em Sergipe, faz um excepcional trabalho na cidade, tanto é que Lagarto é o município do estado que mais controla a evolução do mosquito aedes aegypti. E nesta administração (verdade seja dita), houve mais valorização funcional nos vencimentos, material e a criação de uma equipe determinada de "itinerante". Foi adquirido uma van (Antes os agentes viajavam num caminhão) que dar suporte ao combate ao mosquito na zona rural. Enfim, rever essa questão de divulgar melhor a campanha anti-rábica. terça-feira, 1 de novembro de 2011
POPULAÇÃO BRASILEIRA É A FAVOR DA MAIORIDADE PENAL AOS 16
(0 estadão)Pesquisa mostra que 75% da população apoia redução da maioridade penal
Ao menos quatro entre cinco brasileiros concordam com a redução da maioridade penal para 16 anos, revela a pesquisa 'Retratos da Sociedade Brasileira: Segurança Pública' feita pelo Ibope e divulgada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). Mostram-se totalmente a favor da medida 75% dos entrevistados e parcialmente a favor, 11%. Os que são contrários total e parcialmente somam 9%.
'Os crimes praticados por menores é uma preocupação da população, que também demanda ações mais severas nesses casos', afirma o documento. Além disso, os que acham que atribuição da responsabilidade penal somente a partir dos 18 anos incentiva a participação de menores de idade em crimes somam 83%, enquanto os que discordam são 9%.
Ao analisar os brasileiros a favor da redução da maioridade penal sob a perspectiva do nível de instrução, a pesquisa mostra que a concordância com a medida é generalizada - em todos os estratos os índices ficaram entre 73% e 76% que são totalmente a favor. O mesmo acontece na divisão por regiões, em todas a variação foi de 73% a 76%. As diferenças aparecem quando são levadas em consideração a questão da renda familiar e a idade do entrevistado.
Enquanto entre brasileiros com renda familiar de até dez salários mínimos, os que são totalmente a favor da redução da maioridade penal oscilam entre 70% e 77%, já entre aqueles ganham mais do que dez salários mínimos, o índice é de 63%. Na estratificação por idade, o maior porcentual aparece entre aqueles que estão nas faixas etárias de 25 a 29 anos (79%), 30 a 39 anos (também 79%) e de 50 anos ou mais (77%). Já entre os entrevistados que têm de 40 a 49 anos, 71% são totalmente a favor da medida, e entre os com 16 até 24 anos, esse índice é de 69%.
A pesquisa CNI-Ibope informa ainda que 70% dos entrevistados discordam que legalizar a venda e o uso da maconha reduzirá a criminalidade. Já para 23%, essa é uma medida positiva para a segurança pública. No entanto, a grande parte dos consultados (65%) concordam totalmente ou parcialmente que a proibição de venda de bebidas alcoólicas após a meia noite contribui para a queda no número de crimes. Um quarto (25%) tem opinião contrária.
O levantamento foi realizado entre os dias 28 e 31 de julho com eleitores de 16 anos ou mais. Foram realizadas 2.002 entrevistas em 141 municípios do País. A margem de erro é de dois pontos porcentuais para mais ou para menos.
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