domingo, 10 de julho de 2011
UM REI SEM COROA
sábado, 9 de julho de 2011
AS MENINAS DO PAPAI


As meninas não são aquelas baianas que formaram um grupo e gravaram uma música assim: "ponche, ponche, bombom, bom". Enfatizo as duas filhas do velho guerreiro Ribeirinho. Ultimamente ouve a informação em que elas estariam apoiando a administração do prefeito de Lagarto. Ouve até um repasse de 13 mil reais para a Associação a qual elas dirigem e que com muita garra sobrevive de migalhas. Muito embora 13 mil é uma ajuda polpuda e que outro prefeito nem imaginaria da necessidade de olhar aquele espaço com bons olhos. O populoso bairro Aldemar de Carvalho serve-se ainda muito pouco daquela associação, mas essas meninas buscam manter sem ao menos um cargo público sequer nas suas mãos. Penso: A prefeitura envia todo mês quase 300 mil reais para o hospital Nossa senhora da Conceição e Maternidade Zacarias Júnior, ambos têm diretorias que fazem oposição ao prefeito e são filantrópicas. Vez por outra essas diretorias não repassam vencimentos aos funcionários e colocam a culpa no prefeito e o prefeito para provar que faz sua parte coloca fotos em sites, mostrando entrega de cheques aos diretores das casas citadas. A maternidade Zacarias Júnior é a única casa de parto da cidade e não dar vencimento, tanto é que por várias vezes envia pacientes à Aracaju. Mas o que tem haver as meninas nessa história? Ora, existe na Associação Maria Acácia Ribeiro uma maternidade, um prédio pronto, faltando equipamentos e mão de obra. Ainda não sei da questão burocrática de funcionamento, mas o prédio está lá. Não é a hora de aproveitar essa união e colocar em prática o funcionamento dessa maternidade? Dividir um pouco esse repasse que a prefeitura faz para o hospital e maternidade dirigido pela família Reis. Claro, não haveria tanta falta de dinheiro, já que parte dos atendimentos passariam para a maternidade da associação, sendo assim as despesas da maternidade Zacarias Júnior, teria uma queda. O que falta para que isso seja concretizado? uma maternidade modelo na periferia da cidade, um grande sonho do velho guerreiro(Ribeirinho) com suas meninas.
sexta-feira, 8 de julho de 2011
A INOCÊNCIA DESABROCHOU
Era ainda "meninote" quando fugia dos seios de "mama" e "papi" à fim de acompanhar os comícios dos políticos de Lagarto, naquela época já ouvia falar de um padre que teria sido envenenado na igreja após levantar o cálice e dizer: "tomai e comei todos vós.....". O padre tomou o vinho sozinho e num breve intervalo de tempo caiu no altar. segundo os boatos da época, esse padre fazia sermões tendenciosos a um grupo político. Mas voltando, alguém poderia me perguntar: uma criança que se afastava dos pais para acompanhar comícios? E no passado não havia transporte suficientes para atender a demanda. Era "pau de arara" mesmo e dependendo da distância as carroças nos servia bem. Criança é criança. Mas não tinha jeito, fugia de qualquer maneira para ouvir as balelas e aguardar que depois da "falação" e às vezes antes, chovia balas, pirolitos, pipocas empacotadas e não havia festa melhor. Não me lembro o que aquela gente falava. Eles trepavam num caminhão e com um serviço de som de péssima qualidade "vendiam o peixe", mas as balas eram de graça. Muita das vezes saia de mãos vazias, pois existiam "guris" maiores que eu e sem perceber estava bem longe. Lembro do saudoso Zé Vieira e Dr. João, esse último, coitado, era tão magrinho que parecia invisível. Uma vez fui parar no Povoado Brasília e defronte o mercado daquele local uma grande multidão acompanhava o comício de José Augusto Vieira(nesta época concorria ao cargo de deputado estadual com Luiz Augusto Ribeiro, o "Pupinha", pai do Deputado Gustinho Ribeiro), foi o ano dos Augustos, pois ambos se elegeram, porém eleitos uma vez. Desse dia, não recordo como retornei. Cansava dos comícios, pois já não existiam mais as chuvas de balas(doces), mas chuva de ódio entre os políticos. Jovem, alargando os "beiços", criando cratera no rosto no início da puberdade, ainda não podia largar o gosto dos comícios e desta feita não havia mais necessidade de fugir, pois estava (dono do meu nariz). A era das grandes bandas e cantores nas campanhas eleitorais começava. O ponto mais marcante dessa época e já com um término (pois hoje não se permite mais as farras de shows) foi no último comício de Cabo Zé na praça Filomeno Hora. Cantora: Margareth Menezes, essa quando foi chegar o dia já clareava, porém o povo esperou. Ouve até um boato em que desviaram a mesma para outra cidade fora de Sergipe. E era uma poeira, gente com os cabelos esticados segurando vassouras. Uma loucura. Amanheceram o dia. E Cabo ganhara para Artur Reis com mais de 200 votos. Até no dia da apuração tinha mais lampiões que fiscais(segundo Cabo, para preveni se caso faltasse energia, pois o seu irmão em outra eleição teria perdido a eleição depois que em uma contagem de votos, a energia faltou). Lagarto realmente é uma magia. E relatar esses poucos acontecimentos de nossa história política faz-me refletir: Tão bom se os embates entre os políticos de nossa terra baseassem apenas na área das idéias e as questões pessoais não se misturassem com as paixões. Pois são dessas histórias que nos orgulhamos e não de informações distorcidas à fim de se ganhar eleição, gerando conflitos entre os moradores, principalmente nas famílias. Acho que a política tem que ser feita em ações e não de calúnias e difamações.
quinta-feira, 7 de julho de 2011
A MANDIOCA ENTROU E DOEU
terça-feira, 5 de julho de 2011
OS EDIS DE LAGARTO
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| Jeová da Academia |

Flamarion Déda
O site lagartense.com publicou esta semana os trabalhos dos vereadores do segundo trimestre deste ano. E por incrível que pareça, o presidente, Wilson Fraga(Xexeu) bateu record de ausências, seguido do Vereador Bruno Vieira(esse quando não falta, vai para cochilar). O mais presente foi Jeová da Academia, seguido de Flamarion Déda. Os que mais atuaram nos debates e uso da tribuna: Jeová da Academia e Flamarion Déda. Os menos atuantes: Wilson Fraga(Xexeu) o presidente e Jocelmo Simões. Os que mais usaram a tribuna: Jeová da Academia e Euzébio. Os que mais apresentaram projetos e emendas: Jeová da Academia e Flamarion. O vereador Jeová da Academia, apesar de ter uma votação explessiva, veio apenas assumir agora no início do ano, após a vaga deixada pelo atual deputado estadual, Gustinho Ribeiro. Essa matéria é só para enaltecer a grande representação dos edis, Jeová e Flamarion, são vereadores que orgulha o cidadão lagartense. Também prestigiar o portal lagartense.com pelo trabalho realizado na divulgação dos trabalhos na Câmara Municipal de Lagarto, muito embora a grande parte da imprensa local preocupa-se em fazer política partidária e esquece que precisamos de informação, um mínimo ao menos e o lagartense.com tem sido um instrumento de voz para todos nós, tanto é o espaço indistinto colocado a disposição dos seus internautas postagens para cada matéria exibida.
domingo, 3 de julho de 2011
HASTA LA BICA, BABY II
Desde que me recordo, lembro da bica rodeada por pastos. A Avenida João Alves Filho ainda não existia, onde se localiza o hiper G barbosa servia para criação de gados e ainda "guri" tomava banho na antiga piscina, mesmo cheia de "limo", mas criança tem coragem para tudo. Existia um canal onde o esgoto da cidade passava por dentro, mas organizado, com mini pontes para a travessia. As estátuas de índios, ainda existentes, pareciam vivas. Na parte de cima, próximo a travessa das oficinas, mata fechada e um pouco sinistra. Mas existiam espécies de poços isolados, com cobertura de telha e uma tela defronte. Na entrada, duas casas ao lado, tipo aquelas antigas construções de terminal ferroviário, cores amareladas. acho que uma servia para guardar material de apoio e a outra uma família residia. Corria, entrava dentro das lavanderias e gostava do cheiro daquele sabão de barra gasto com as lavadeiras da cidade. Acho que mais de 100 lavanderias existiam naquele local. Acho que a maior construção já feita em Lagarto, foi mesmo o balneário Bica e que jogaram no lixo, na lama e não tem reza e nem santo que dê jeito. Quando respiramos um sonho a obra é embargada. Imagine a qualidade de políticos que temos?! Um joga a culpa para o outro, mas não são capazes de se unirem e lutarem para realizar um grande sonho de Lagarto. Será que vai ficar aquele tesouro perdido para o resto de nossas vidas? Será que a ADEMA vai implicar agora por árvores derrubadas? será que não poderia punir os responsáveis pela derrubada sem ter que embargar a obra? Será que essa birra política vai persistir por tanto tempo?
HASTA LA BICA, BABY
sábado, 2 de julho de 2011
ESPERTEZA OU CAVANDO SUA PRÓPRIA COVA?
Jáckson Barreto, anunciou nesta semana que pesquisa lhe dar empate técnico com João Alves em uma eventual disputa a Prefeitura de Aracaju. Não acredito, pois será difícil superar a preferência dos aracajuanos ao ex governador João Alves. Muito embora o pensamento maior do chefe do DEM é a governadoria estadual que também será difícil para a situação superá-lo, mesmo porque os nomes mais fortes das bases aliadas chamam-se Eduardo Amorin, esse dificilmente deixará sua cadeira no senado e Jásckson Barreto o qual ''mete os pés pelas mãos" levando ao seio administrativo estadual, políticos os quais estiveram contra a campanha do governador Marcelo Déda. Pela lógica os políticos aliados a Déda e que lhe ajudaram na vitória poderão apoiá-lo ao senado, mas não apoiarão Jáckson Barreto ao governo do estado. A política do interior é muito difícil de junção, são tradições e interesses os quais os líderes maiores têm que escolher e saber escolher, pois o prejuízo vem de retorno no futuro. Déda em lagarto teve maioria de votos com o apoio de Cabo Zé, PT e Valmir(prefeito) e essa turma lhe rendeu quase 6 mil votos a mais. Tenho certeza que Jáckson, com o apoio da família Reis e o eventual candidato a prefeito, Lila e com a ajuda do PT não terá o mesmo respaldo que o outro grupo deu a Déda na última eleição. De uma coisa temos certeza: a impossibilidade de estarem todos os grupos políticos de Lagarto num só palanque. Jáckson já levou os filhos de Jerônimo para o PMDB, agora tenta levar Lila Fraga e mais tarde levará goretti. Bom frisar que esses são políticos que "mordem e assopra". Pergunto: como ficarão os aliados do governador Marcelo Déda? com ciúme, é claro. Mas o motivo do ciúme não é porque esse pessoal está indo para o PMDB, mas por cada ida ao partido do vice-governador, cargos do estado são entregues. No final, os inciumados procurarão outro seio, claro, o seio da oposição.
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