domingo, 10 de julho de 2011

UM REI SEM COROA

                                             Na Vila de Lagartauru's, Província de Sergipe Deu ao Rei, existe O JERIMUM, grande burguês da Vila. Ele foi legislador da província, primeiro mandatário da Vila de Lagartauru's e por último legislador federativo. Tentou uma vez ser Serrador da República, mas não ouve êxito, pois as baleias da disputa estavam mais gordinhas e JERIMUM despencou da escada eleitoral. JERIMUM é um ótimo político, uma vez vendeu um hotel na Vila a seu cunhado. Não há mal algum vender um hotel que pertencia aos súditos da Vila, estava mesmo decaído. JERIMUM uma vez falou que iria  trazer de Cuba uns médicos para atender a demanda de sua Vila, mas Fidel Castro falou que em Lagartauru's existe uma grande quantidade de fumo, então esses médicos desistiram, com medo de estupro. Penso que houve falta de comunicação. A Vila de Lagartauru's pega fogo nas disputas eleitorais, mas gosta de farra, tanto é que uma vez elegeu Guegué do Arrocha, mas Guegué virou magnata de eventos. E cobrava aos súditos grande quantia para espetáculos mirabolantes no seu clube. Então o povo decidiu: fome até pode ser, mas ficar sem forró, não! Com o tempo toda a monarquia sentiu o abalo. JERIMUM e Guegué do Arrocha, indicaram o BILA no páreo, mas não ouve jeito e BILA queria ser mandatário levou uma "relapada" de um tal de MIMI. JERIMUM anda silencioso, porém os príncipes: TÁBIO E SÉRVIO estão em ação e não demora muito para a família real de Lagartauru's reacender seu poderio. Já é legisladora provincial a MORETTI, condensa de luxo e modelo fotográfica(irmã de JERIMUM) e para JERIMUM voltar não será difícil. Lagartauru's é a única Vila da Federação que houve festa para receber um legislador federativo, isso porque o mesmo perdeu o mandato por cometer ALCANCE administrativo. Mas foi tudo uma bobagem, alcançar alguma coisa em Lagartauru's para boa parte dos súditos é chegar ao podium. E JERIMUM chegou aos três poderes. Legislador Provincial, Legislador Federativo e Mandatário da Vila. JERIMUM ainda não decidiu se aposta em BILA novamente, ele sabe que no futuro o BILA crie asas e possa ir mais longe sem ter que carregá-lo. Mas o BILA jura que é fiel. Enquanto isso a irmã de JERIMUM, legisladora MORETTI, aperta a mão de todos os súditos e está ganhando simpatia popular, ela é uma condensa simpática e acredita na vez da mulher para ser mandatária. Penso que JERIMUM apoiando BILA, ganhará apenas um título para a burguesia, porque BILA não dividirá o bolo para a família de JERIMUM, dividindo o bolo, Lagartauru's será um reino sem tesouro, já que a família de JERIMUM é intensa. Vou ficando por aqui e aguardando os acontecimentos da Vila de Lagartauru's, onde o incrível acontece.

sábado, 9 de julho de 2011

AS MENINAS DO PAPAI



        As meninas não são aquelas baianas que formaram um grupo e gravaram uma música assim: "ponche, ponche, bombom, bom". Enfatizo as duas filhas do velho guerreiro Ribeirinho. Ultimamente ouve a informação em que elas estariam apoiando a administração do prefeito de Lagarto. Ouve até um repasse de 13 mil reais para a Associação a qual elas dirigem e que com muita garra sobrevive de migalhas. Muito embora 13 mil é uma ajuda polpuda e que outro prefeito nem imaginaria da necessidade de olhar aquele espaço com bons olhos. O populoso bairro Aldemar de Carvalho serve-se ainda muito pouco daquela associação, mas essas meninas buscam manter sem ao menos um cargo público sequer nas suas mãos. Penso: A prefeitura envia todo mês quase 300 mil reais para o hospital Nossa senhora da Conceição e Maternidade Zacarias Júnior, ambos têm diretorias que fazem oposição ao prefeito e são filantrópicas. Vez por outra essas diretorias não repassam vencimentos aos funcionários e colocam a culpa no prefeito e o prefeito para provar que faz sua parte coloca fotos em sites, mostrando entrega de cheques aos diretores das casas citadas. A maternidade Zacarias Júnior é a única casa de parto da cidade e não dar vencimento, tanto é que por várias vezes envia pacientes à Aracaju. Mas o que tem haver as meninas nessa história? Ora, existe na Associação Maria Acácia Ribeiro uma maternidade, um prédio pronto, faltando equipamentos e mão de obra. Ainda não sei da questão burocrática de funcionamento, mas o prédio está lá. Não é a hora de aproveitar essa união e colocar em prática o funcionamento dessa maternidade? Dividir um pouco esse repasse que a prefeitura faz para o hospital e maternidade dirigido pela família Reis. Claro, não haveria tanta falta de dinheiro, já que parte dos atendimentos passariam para a maternidade da associação, sendo assim as despesas da maternidade Zacarias Júnior, teria uma queda. O que falta para que isso seja concretizado? uma maternidade modelo na periferia da cidade, um grande sonho do velho guerreiro(Ribeirinho) com suas meninas.

sexta-feira, 8 de julho de 2011

A INOCÊNCIA DESABROCHOU

        
                    Era ainda "meninote" quando fugia dos seios de "mama" e "papi" à fim de acompanhar os comícios dos políticos de Lagarto, naquela época já ouvia falar de um padre que teria sido envenenado na igreja após levantar o cálice e dizer: "tomai e comei todos vós.....". O padre tomou o vinho sozinho e num breve intervalo de tempo caiu no altar. segundo os boatos da época, esse padre fazia sermões tendenciosos a um grupo político. Mas voltando, alguém poderia me perguntar: uma criança que se afastava dos pais para acompanhar comícios? E no passado não havia transporte suficientes para atender a demanda. Era "pau de arara" mesmo e dependendo da distância as carroças nos servia bem. Criança é criança. Mas não tinha jeito, fugia de qualquer maneira para ouvir as balelas e aguardar que depois da "falação" e às vezes antes, chovia balas, pirolitos, pipocas empacotadas e não havia festa melhor. Não me lembro o que aquela gente falava. Eles trepavam num caminhão e com um serviço de som de péssima qualidade "vendiam o peixe", mas as balas eram de graça. Muita das vezes saia de mãos vazias, pois existiam "guris" maiores que eu e sem perceber estava bem longe. Lembro do saudoso Zé Vieira e Dr. João, esse último, coitado, era tão magrinho que parecia invisível. Uma vez fui parar no Povoado Brasília e defronte o mercado daquele local uma grande multidão acompanhava o comício de José Augusto Vieira(nesta época concorria ao cargo de deputado estadual com Luiz Augusto Ribeiro, o "Pupinha", pai do Deputado Gustinho Ribeiro), foi o ano dos Augustos, pois ambos se elegeram, porém eleitos uma vez. Desse dia, não recordo como retornei. Cansava dos comícios, pois já não existiam mais as chuvas de balas(doces), mas chuva de ódio entre os políticos. Jovem, alargando os "beiços", criando cratera no rosto no início da puberdade, ainda não podia largar o gosto dos comícios e desta feita não havia mais necessidade de fugir, pois estava (dono do meu nariz). A era das grandes bandas e cantores nas campanhas eleitorais começava. O ponto mais marcante dessa época e já com um término (pois hoje não se permite mais as farras de shows) foi no último comício de Cabo Zé na praça Filomeno Hora. Cantora: Margareth Menezes, essa quando foi chegar o dia já clareava, porém o povo esperou. Ouve até um boato em que desviaram a mesma para outra cidade fora de Sergipe. E era uma poeira, gente com os cabelos esticados segurando vassouras. Uma loucura. Amanheceram o dia. E Cabo ganhara para Artur Reis com mais de 200 votos. Até no dia da apuração tinha mais lampiões que fiscais(segundo Cabo, para preveni se caso faltasse energia, pois o seu irmão em outra eleição teria perdido a eleição depois que em uma contagem de votos, a energia faltou). Lagarto realmente é uma magia. E relatar esses poucos acontecimentos de nossa história política faz-me refletir: Tão bom se os embates entre os políticos de nossa terra baseassem apenas na área das idéias e as questões pessoais não se misturassem com as paixões. Pois são dessas histórias que nos orgulhamos e não de informações distorcidas à fim de se ganhar eleição, gerando conflitos entre os moradores, principalmente nas famílias. Acho que a política tem que ser feita em ações e não de calúnias e difamações.

quinta-feira, 7 de julho de 2011

A MANDIOCA ENTROU E DOEU

 O  título desta matéria pode até confundir o leitor, mas como títulos são sempre títulos, serve para chamar a atenção ou indicar o assunto do texto. Mas de que maneira essa "mandioca entrou e doeu"? Tudo que preocupa dói na consciência e no psicológico do ser humano e em se tratando de desconfiguração de um controle político, dói muito, não uma dor que se baseia numa canção melancólica da cantora Roberta Miranda ou tão pouco numa expressão do "cantor", humorista e deputado Tiririca: "uma dor que dói, mas não dói". Mas doeu bravamente aos opositores do prefeito Valmir Monteiro a realização do evento determinado FESTIVAL DA MANDIOCA. Antes da festa a popularidade de Valmir estava rastejando e seus opositores com a ladainha "o prefeito não faz nada" e achavam que quanto mais o tempo passava essa impopularidade fosse decrescente. Mas bastou acontecer o primeiro dia festivo, quando a cidade testemunhou a inundação de pessoas nas artérias,  aquela apoteose que parecíamos não estarmos em Lagarto e no outro dia a auto-estima da cidade transbordando. Doeu tanto que até hoje os programas de rádio da cidade ainda tenta argumentar: "Não poderia ter gasto o dinheiro desta festa na saúde, educação, na melhoria das ruas?". Doeu tanto que mesmo esses apresentadores de rádio se esqueceram que são esclarecidos sabem que verba do Ministério do Turismo não se pode destinar para outros fins e passam aos seus ouvintes uma informação errada. Mas de fato não esperavam que Valmir fosse capaz de tão grandioso evento, ainda repassou aos funcionários do Município a metade do décimo terceiro, seguido de antecipação dos vencimentos no dia 22 de junho. E aliados do Prefeito ainda lembram a população que antes para se curtir evento da natureza, teria que ir para cidades próximas ou ter que pagar entrada no Parque de Vaquejada. Mas apesar de festa gerar renda ao município, o prefeito terá que ao menos cumprir boa parte de suas propostas de campanha: O bolsa família Municipal, o Ceasa, calçamento de várias artérias, entre outros. sabemos que o resgate das tradições estamos cientes que estão sendo cumpridas: O encontro cultural do Santo Antonio, festejos juninos, concurso de literatura de cordel, concurso de poesia, entre outros. Enquanto a dor do festival da mandioca não passa, os acertos políticos devem acontecer, inclusive a triagem de pessoas as quais o prefeito deixou na administração e que ao tempo todo lhe dar "afinetadas" e faz campanha ao contrário. Certo dia o prefeito me falou: "olha, Valter, essa política atrasada de bole-bole e saramandaia eu não quero persistir. Achei bonito o seu ato, mesmo porque as alianças acontecem e o pula-pula" em Lagarto é muito grande no período eleitoral e até antes. Mas em política não se pode confiar em adversários políticos com a confiança e o patrocínio do gestor. A política existem duas faces: ou é ou não é. Porque na hora de votar NÃO HÁ COMO DIVIDIR O VOTO. Em Lagarto há vários tipos de eleitor: aquele que vota por insatisfação da administração, aquele que vota por receber migalhas, aquele que acredita no gestor(acha que há dificuldade e com o tempo vai melhorar), aquele que vota no outro por não ter ganho nada do prefeito atual, aquele que o pai ou a mãe faleceu e pediu para ele nunca deixar de votar num grupo, aquele que apesar de ter levado "xicotada'' de um político de grupo, mas vota porque gosta de "apanhar". Aquele que vota num candidato que é mais apresentável fisicamente, eleitor que vota porque recebeu um bom atendimento num posto de saúde ou hospital, aquele que vota por ter recebido peixe na semana santa, aquele que alguém bem argumentado foi lá e conseguiu o voto, aquele que muda na boca da urna(esse faz grande diferença), aquele que estuda as ações de cada candidato antes de votar. Enfim, há uma variedade de eleitor. Mas há de convir que também há uma variedade de candidatos e que torna a política um universo de acontecimentos. Mas acho que politicamente Valmir precisa acordar um pouco, reorganizar seu grupo e fazer um resgate para aqueles que pensam em desistir de votar nele, mas para isso, enquanto a "mandioca está extasiando" os "gregos e troianos" será preciso fazer algumas trocas, principalmente naquele tipo de eleitor citado: o que levou "xicotada" antes, votou em quem lhe "xicoteou", ganhou um tratamento, mas que prefere voltar para levar mais "xicotadas".

terça-feira, 5 de julho de 2011

OS EDIS DE LAGARTO


 
Jeová da Academia
Flamarion Déda
        O site lagartense.com publicou esta semana os trabalhos dos vereadores do segundo trimestre deste ano. E por incrível que pareça, o presidente, Wilson Fraga(Xexeu) bateu record de ausências, seguido do Vereador Bruno Vieira(esse quando não falta, vai para cochilar). O mais presente foi Jeová da Academia, seguido de Flamarion Déda. Os que mais atuaram nos debates e uso da tribuna: Jeová da Academia e Flamarion Déda. Os menos atuantes: Wilson Fraga(Xexeu) o presidente e Jocelmo Simões. Os que mais usaram a tribuna: Jeová da Academia e Euzébio. Os que mais apresentaram projetos e emendas: Jeová da Academia e Flamarion. O vereador Jeová da Academia, apesar de ter uma votação explessiva, veio apenas assumir agora no início do ano, após a vaga deixada pelo atual deputado estadual, Gustinho Ribeiro. Essa matéria é só para enaltecer a grande representação dos edis, Jeová e Flamarion, são vereadores que orgulha o cidadão lagartense. Também prestigiar o portal lagartense.com pelo trabalho realizado na divulgação dos trabalhos na Câmara Municipal de Lagarto, muito embora a grande parte da imprensa local preocupa-se em fazer política partidária e esquece que precisamos de informação, um mínimo ao menos e o lagartense.com tem sido um instrumento de voz para todos nós, tanto é o espaço indistinto colocado a disposição dos seus internautas postagens para cada matéria exibida.

domingo, 3 de julho de 2011

HASTA LA BICA, BABY II

Desde que me recordo, lembro da bica rodeada por pastos. A Avenida João Alves Filho ainda não existia, onde se localiza o hiper G barbosa servia para criação de gados e ainda "guri" tomava banho na antiga piscina, mesmo cheia de "limo", mas criança tem coragem para tudo. Existia um canal onde o esgoto da cidade passava por dentro, mas organizado, com mini pontes para a travessia. As estátuas de índios, ainda existentes, pareciam vivas. Na parte de cima, próximo a travessa das oficinas, mata fechada e um pouco sinistra. Mas existiam espécies de poços isolados, com cobertura de telha e uma tela defronte. Na entrada, duas casas ao lado, tipo aquelas antigas construções de terminal ferroviário, cores amareladas. acho que uma servia para guardar material de apoio e a outra uma família residia. Corria, entrava dentro das lavanderias e gostava do cheiro daquele sabão de barra gasto com as lavadeiras da cidade. Acho que mais de 100 lavanderias existiam naquele local. Acho que a maior construção já feita em Lagarto, foi mesmo o balneário Bica e que jogaram no lixo, na lama e não tem reza e nem santo que dê jeito. Quando respiramos um sonho a obra é embargada. Imagine a qualidade de políticos que temos?! Um joga a culpa para o outro, mas não são capazes de se unirem e lutarem para realizar um grande sonho de Lagarto. Será que vai ficar aquele tesouro perdido para o resto de nossas vidas? Será que a ADEMA vai implicar agora por árvores derrubadas? será que não poderia punir os responsáveis pela derrubada sem ter que embargar a obra? Será que essa birra política vai persistir por tanto tempo?

HASTA LA BICA, BABY

                                  De todas as promessas feitas do Governador Marcelo Déda a Lagarto, faltam apenas duas: a revitalização do mercado municipal e a enroscada reforma da Bica. Essa última parece que não há reza ou santo que dê jeito. Acho que a ADEMA foi rígida demais embargar a obra pelo motivo da derrubada de algumas árvores centenárias, quando o mais correto seria: punir os responsáveis sem ter que paralisar a obra. Acho que os políticos de Lagarto não têm muito interesse pela bica. A bica pronta acaba o discurso de uns e a promessa de outros. Enquanto isso toda a população é penalizada. O interesse de Cabo zé acabou, o grupo da família Reis nunca fez importância pela obra, tanto é que nas mãos deles deixaram acabar. O prefeito Valmir sozinho não tem força, já que agora está todo mundo "junto e misturado". Por falar em misturado, acho que o ex-governador  João Alves em breve não terá nenhuma liderança com ele em Lagarto, todos estão indo para as benesses do poder. Mas a bica deve ser sempre lembrada, mastigada, cobrada e enfim, pesquisada para realmente passar para a população quem realmente tem culpa da paralisação dessa obra e quem tem mesmo interesse que seja construída, pois como dizia Jerônimo Reis: "FORÇAS OCULTAS" rondam esse interesse.

sábado, 2 de julho de 2011

ESPERTEZA OU CAVANDO SUA PRÓPRIA COVA?

   Jackson Barreto        

 Jáckson Barreto, anunciou nesta semana que pesquisa lhe dar empate técnico com João Alves em uma eventual disputa a Prefeitura de Aracaju. Não acredito, pois será difícil superar a preferência dos aracajuanos ao ex governador João Alves. Muito embora o pensamento maior do chefe do DEM é a governadoria estadual que também será difícil para a situação superá-lo, mesmo porque os nomes mais fortes das bases aliadas chamam-se Eduardo Amorin, esse dificilmente deixará sua cadeira no senado e Jásckson Barreto o qual ''mete os pés pelas mãos" levando ao seio administrativo estadual, políticos os quais estiveram contra a campanha do governador Marcelo Déda. Pela lógica os políticos aliados a Déda e que lhe ajudaram na vitória poderão apoiá-lo ao senado, mas não apoiarão Jáckson Barreto ao governo do estado. A política do interior é muito difícil de junção, são tradições e interesses os quais os líderes maiores têm que escolher e saber escolher, pois o prejuízo vem de retorno no futuro. Déda em lagarto teve maioria de votos com o apoio de Cabo Zé, PT e Valmir(prefeito) e essa turma lhe rendeu quase 6 mil votos a mais. Tenho certeza que Jáckson, com o apoio da família Reis e o eventual candidato a prefeito, Lila e com a ajuda do PT não terá o mesmo respaldo que o outro grupo deu a Déda na última eleição. De uma coisa temos certeza: a impossibilidade de estarem todos os grupos políticos de Lagarto num só palanque. Jáckson já levou os filhos de Jerônimo para o PMDB, agora tenta levar Lila Fraga e mais tarde levará goretti. Bom frisar que esses são políticos que "mordem e assopra". Pergunto: como ficarão os aliados do governador Marcelo Déda? com ciúme, é claro. Mas o motivo do ciúme não é porque esse pessoal está indo para o PMDB, mas por cada ida ao partido do vice-governador, cargos do estado são entregues. No final, os inciumados procurarão outro seio, claro, o seio da oposição.