sábado, 8 de outubro de 2011

LILA A CAMINHO DA "FRIGIDEIRA"

  frypan.gif (5863 bytes)  Depois falam que tenho a língua grande e que nosso pensamento não reflete a realidade. Falamos de acordo com o desenrolar dos acontecimentos. Para o grupo saramandaia ter o apoio de Jáckson a família Reis, teria que desligar-se do agrupamento do DEM e PSDB, ambos não bem vindo ao projeto político do PMDB e todo mundo sabe disso. O ingresso de Zezé Rocha ao PMDB não enriquece nada no grupo, pois o mesmo apenas mudou de partido, já era do grupo, porém pode ser um marco nas mudanças de nomes para a chapa majoritária do próximo pleito. Apesar das oposições afirmarem que o prefeito Valmir anda rastejando politicamente, há conhecimento de dados da família Reis que a pré-candidatura de Lila não decolará. Até pouco tempo, Lila era o preferido pelos adeptos. Jáckson não irá de maneira alguma fazer campanha para um candidato do PSDB, seria um suicídio, mesmo o vice sendo de seu partido. Mesmo porque estaria indo de encontro ao agrupamento do governador. Caso o candidato seja do PMDB, para Jáckson as portas se abrem melhor, pois, o PMDB é também da base aliada. Para os Reis mostrará a hegemonia no grupo e a firmeza, além de banir a preocupação das ameaças do fim saramandaísta, caso sofra com uma eventual vitória "lilista.". Mas para não deixar dúvidas com o interesse de algumas lideranças planejarem a tal comentada "fritura" de LILA, segue matéria publicada no blog PRIMEIRA MÃO do jornalista EUGÊNIO NASCIMENTO, neste sábado(08-10-11).                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                   


"O ex-prefeito de Lagarto, Zezé Rocha, foi convidado e aceitou se filiar ao PMDB. Resistiu o quanto pode, pois já não tem pretensão de disputar cargo eletivo, mas aceitou contribuir para fazer o partido crescer. Agora, os peemedebistas que o levaram à filiação vão trabalhar no sentido de construir a sua candidatura para 2012. "Ele não manifestou esse desejo, no entanto nós vamos conversar com Zezé sobre a necessidade dele continuar trabalhando para contribuir para a construção de uma Lagarto maior e melhor. Acho que até lá tudo vai dar certo", comentou o ex-deputado federal Sérgio Reis.."

"FRACO DAS PERNAS"

 cubeman.gif (3006 bytes)     Dois grandes grupos políticos para derrubar um que dizem estar "fraco das pernas". Como imaginar e acreditar nesses grupos os quais passaram décadas se degradando politicamente e pessoalmente? E dizem que é para "salvar Lagarto". Imaginem, foram essas pessoas que sempre se mantiveram no poder desde que criou-se os famigerados grupos "bole-bole" e "saramandaia". Depois disso duas famílias eternizaram-se nas disputas eleitorais entre si. Claro, foram dadas oportunidades a outras pessoas, isso ocorreu quando sentiam-se ameaçados de algum rompimento, ou mesmo desgastados por estarem tanto tempo no poder, mesmo assim essas famílias comandaram a máquina. Quem realmente anda "fraco das pernas"?. A tranquilidade de um grupo ganhando adesão ou duas fortes facções que temem o esquecimento de suas tradições? ao ponto de mostrarem no estresse, na revolta, no medo e na preocupação. Isso é sentido nos programas radiofônicos. São essas pessoas que dizem querer "salvar Lagarto", as mesmas que destruíram praças e balneário, médicos de Cuba, que iriam trazer diversas fábricas, praia artificial, que deixaram dívida ao município: energisa, férias e décimo aos professores, INSS. As pessoas que dizem que alguém anda "fraco das pernas" são aquelas impedidas de andar politicamente, pois as mesmas estão condenadas por improbidade administrativa. E ainda se juntam para  "salvar Lagarto". Para uma pessoa esclarecida, sabe que esse mal não tem cura. Se alguém anda "fraco das pernas", penso que estes estão é "sem pernas". Mas certo dia alguém me disse que não poderia lembrar do passado dessas pessoas, lembro por não terem a ombridade de sanarem suas dívidas com a população e por fazerem o povo de esquecido. Mas quem não tem memória curta, cabe alertar os demais. Será que eles mudaram as idéias? ou querem que retroagimos? Mas outro alguém me disse: "mas o candidato é outro", outro que não tem voz e deixa quem não deveria falar por ele. Não seria ele o "fraco  das pernas", pois quando vice, mudo aos problemas  da cidade e por um mês prefeito teve que sair as pressas para não crescer politicamente. E não vai crescer se permanecer balançando a cabeça para as mesmas famílias que lhe verem como uma figura decorativa.                                                                                                                                                                                                           

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

SER VICE AGORA É "MERDA"

Não estava na sessão plenária da Câmara de Lagarto nesta quinta-feira(06-10), também não acreditei quando a rede SMS de notícia repassava as palavras do vereador Bruno Vieira. São afirmações pesadas demais para serem expostas na casa do povo, palavras que exalam mal na democracia. Estamos acostumados com os "barracos" da nossa política, muito embora igual as palavras do nobre vereador nunca tenha ouvido em um recinto onde existe uma comissão de ética. Dizer que ser vice é mesmo que "merda" e salvando o vice de Lagarto, pois segundo o vereador é muito amigo de Júnior Ribeiro, mas ao mesmo tempo desfez de tudo quando relacionou de "merda" todos os vices do Brasil. Pergunto: Lagarto não é Brasil? ou ele jamais acharia que não ofenderia o vice de Lagarto por Cabo Zé, citar frequentemente que "Lagarto é outro país". Já imaginou a apresentação de uma chapa majoritária? prefeito: fulano e vice: "MERDA". O nobre vereador chamou seu pré candidato Lila de "merda", Zezé Rocha de "Merda", ambos já foram vice-prefeitos. Veja a qualidade de nossa representação, o vereador mais faltoso da câmara e o que menos se pronunciou, quando vai a tribuna diz apenas "MERDA".

CORAÇÃO DA POLÍTICA PEGANDO FOGO

hfirewl.gif (14302 bytes)Mesmo sem o apoio do ex-prefeito Cabo Zé, será  muito difícil tirar Valmir Monteiro da Prefeitura de Lagarto. A situação política alcadiana não está ruim como se comenta na boca miúda, senão a oposição não estaria tão atiçada. Talvez a estratégia usada de sempre lembrar o nome de Valmir negativo no rádio esteja fazendo propaganda ao contrário. Certa feita ouvia numa dessas emissoras alguém da rua São João no Aldemar de Carvalho dizer que o prefeito não fazia nada. Detalhe: a rua desse indivíduo acabara de ser pavimentada pela prefeitura. Para a vizinhança que estava ouvindo o tal programa teve a certeza que tudo não passara de uma mentira, então irá refletir qual o motivo de uma pessoa realizar estão ação. Apenas esta semana, três lideranças assumiram apoiar o prefeito atual, além de Euzébio, Dulce do Sindicato e por último NOEL DA LARANJA, grande liderança do Treze e cotado para ser o pré candidato a vice de Lila. Isso muda? claro, um voto já faz a diferença. Há quem diga que essa chuva de adesão tem a mão do governador, outros imaginam que Jáckson Barreto, por mágoa da não ida de Lila ao PMDB estaria arquitetando mais aliados para o alcaide. Existe informações em que as lideranças saramandaístas estariam chateadas ao descobrirem que Jerônimo teria tomado a frente da pré campanha de Lila, por querer empurrar Fábio Reis como pré candidato a vice de Lila. Fato que intrigou o mais novo líder da oposição Bruno Vieira, ele na última sessão na câmara frisou: "Só voto em Lila, não voto em nenhum Reis e vice e merda é a mesma coisa". Uma baixaria nas palavras, porém um desabafo ao tomar conhecimento de um integrante da família Reis ser cogitado para ladear Lila na chapa majoritária. Mas porque essa rejeição aos Reis? Pergunta que só os grandes caciques aliados de Lila têm a resposta.

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

BAGUNÇA NA "CASA DE NOCA"

 O ex-prefeito Jerônimo Reis, afirmou recentemente na ultima reunião para filiação dos pré-candidatos, que: em breve anunciaria o apoio de dois vereadores ligados ao atual prefeito de Lagarto, Valmir Monteiro. Informei que o mesmo estaria blefando. A matemática dele é somar para diminuir. Colocando na balança todo lagartense tem certeza de grande perda do seu grupo a exemplo de Dudu do Brejo, Xexeu, Washington da Mariquita, Manoel da Lagartense, o próprio Euzébio, esse quase que entrava sem querer na frigideira, não para fazer refeição, mas para ser devorado. A família Reis, acha-se audaciosa (não duvido), ela tem nas mangas um plano B, pois sabe que a esperança de ter em seu palanque aliados de Déda está indo pelo ralo. Jáckson Barreto, pensou em ampliar suas alianças e não imaginou ficar como um "cego em tiroteio" nas questões de Lagarto, depois que o PSDB passou para as mãos de José Carlos Machado, um ícone da bandeira "alvista". E qual seria esse plano B dos Reis? Para manter os cargos que Fábio e Sérgio, têm no estado e ter o apoio de Jáckson, eliminariam a candidatura de Lila e colocariam um nome do PMDB para disputar a prefeitura da cidade. Parece impossível, trata-se de um grande risco, muito embora, depois do fato de Euzébio pertencer ao PSD, tudo é possível. Em Lagarto, cada dia se tem surpresas. Esse nó foi causado pela própria família Reis. Irmã num grupo, sobrinhos em outro. Uma baderna que nem seus íntimos de facção sabem mesmo o que querem, pois bagunçam seu próprio grupo. Diferente do pretenso candidato a prefeito Lila o qual vem aos poucos caindo na preferência depois que Jerônimo iniciou liderar uma pré-campanha. Vale ressaltar: o tempo mudou, vislumbramos uma política progressiva, onde a paixão por facção perde o espaço.  Olhar para traz só quando lembrarmos das mazelas de alguns indivíduos ameaçarem de avançar. O resto é futuro. 

terça-feira, 4 de outubro de 2011

UM METEORO NA POLÍTICA LAGARTENSE

cid_000501c0d730nd.gif (114238 bytes)   Não há atalho que impeça a ida do vereador Euzébio ao grupo do prefeito Valmir. Retirar seu nome de um partido, foi uma loucura oposicionista. Para um político com vergonha na cara (coisa difícil de se ver) faria o mesmo que Euzébio fez, procurar o único meio para salvar seu cargo de vereador, posteriormente sua pré-candidatura. O grupo do "saramandaia" perde sua maior voz na câmara e um forte aliado. Fiel escudeiro da família Reis. Não adianta os argumentos, fica apenas o exemplo para quem pretende candidatar-se nas coligações 'saramandaísta": os nomes de interesse do grupo para as vagas de vereadores já estão escolhidos a dedo, dentro do bolso. Os demais servirão para alimentá-los. Ainda não consigo acreditar Euzébio no PSD. Isso não é uma bomba é um meteoro na política lagartense. 

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

A POLÍTICA INDEFINIDA

  A única definição que temos em Lagarto é apenas no âmbito estadual. Só Jáckson Barreto é que precisa saber de fato a quem apoiará. Com a saída de Albano do PSDB não resta dúvida que Marcelo Déda, virá ao palanque de Valmir. A não ser que o mesmo queira cometer suicídio político, caminho que Jáckson  já está na metade. Enquanto João se fortalece, Déda, apesar de ser o governador de todo Sergipe, sabe que todo Sergipe não votará nele para o senado, vaga única. Albano não é "essa coca-cola toda", prejudicado por não ter posição governamental na última eleição, terá que unir-se ao grupo de Déda ou preferir novamente caminhar com "suas próprias pernas", sujeitando-se ao mesmo pecado de outrora. Os políticos falam muito de "fazer as bases", porém deixam que seus mestres de obras levantem primeiro as paredes. Os mestres se jogam, constroem alianças paraguaias para aparecerem na mídia e deixam a casa cair. Claro, sem bases. Depois vem o chefe e vai fazer a tão propagada "bases", ao chegar nas paredes o outro já construiu um conjunto habitacional. Na política nada deve ser deixado para amanhã, nem depois. A eleição já tem data marcada e quando pensamos que está longe, ela já chegou.

sábado, 1 de outubro de 2011

O BOLO DE PREFEITINHO NÃO É GRANDE

   geb048.gif (13790 bytes)   O eternamente Prefeitinho deve tomar sua posição política ainda nesta segunda-feira, dia 03 de outubro. Mas penso que não haverá surpresa, apesar da sua grande, infinita amizade colorida com a família Reis. Há informações não reveladas pelo mesmo que o prefeito Valmir, teria lhe oferecido a presidência do PSC, não houve acordo, motivo: o mesmo só aceitaria o tal partido caso fosse entregue toda a diretoria. Houve o recuo do prefeito. Penso que partido ou diretoria não elege ninguém, apenas para ter um número. Quem dar as cartas a uma eventual vitória é o povo a depender de seus serviços prestados na comunidade, acompanhado de boas idéias. Essa briga para ter um partido nas mãos é inútil, depois o indivíduo cansa-se e deixa-o de lado, logo, logo pula para outro a depender de seus interesses. Isso não é novidade. Conheço gente que anda engasgado de tanta letra e pensa em pular para o DEM por não conter a  letra P de partido. Dessa maneira não seria necessário os regimentos de partidos com suas obrigatoriedades e ideais. Ninguém presta mesmo atenção. Não dar tempo nem de ler, fazem uma ata e tudo está resolvido, depois "desatam" e vão para outros. Concluindo, falta diálogo entre os envolvidos. O bolo não é tão grande como pensamos.