Depois falam que tenho a língua grande e que nosso pensamento não reflete a realidade. Falamos de acordo com o desenrolar dos acontecimentos. Para o grupo saramandaia ter o apoio de Jáckson a família Reis, teria que desligar-se do agrupamento do DEM e PSDB, ambos não bem vindo ao projeto político do PMDB e todo mundo sabe disso. O ingresso de Zezé Rocha ao PMDB não enriquece nada no grupo, pois o mesmo apenas mudou de partido, já era do grupo, porém pode ser um marco nas mudanças de nomes para a chapa majoritária do próximo pleito. Apesar das oposições afirmarem que o prefeito Valmir anda rastejando politicamente, há conhecimento de dados da família Reis que a pré-candidatura de Lila não decolará. Até pouco tempo, Lila era o preferido pelos adeptos. Jáckson não irá de maneira alguma fazer campanha para um candidato do PSDB, seria um suicídio, mesmo o vice sendo de seu partido. Mesmo porque estaria indo de encontro ao agrupamento do governador. Caso o candidato seja do PMDB, para Jáckson as portas se abrem melhor, pois, o PMDB é também da base aliada. Para os Reis mostrará a hegemonia no grupo e a firmeza, além de banir a preocupação das ameaças do fim saramandaísta, caso sofra com uma eventual vitória "lilista.". Mas para não deixar dúvidas com o interesse de algumas lideranças planejarem a tal comentada "fritura" de LILA, segue matéria publicada no blog PRIMEIRA MÃO do jornalista EUGÊNIO NASCIMENTO, neste sábado(08-10-11). "O ex-prefeito de Lagarto, Zezé Rocha, foi convidado e aceitou se filiar ao PMDB. Resistiu o quanto pode, pois já não tem pretensão de disputar cargo eletivo, mas aceitou contribuir para fazer o partido crescer. Agora, os peemedebistas que o levaram à filiação vão trabalhar no sentido de construir a sua candidatura para 2012. "Ele não manifestou esse desejo, no entanto nós vamos conversar com Zezé sobre a necessidade dele continuar trabalhando para contribuir para a construção de uma Lagarto maior e melhor. Acho que até lá tudo vai dar certo", comentou o ex-deputado federal Sérgio Reis.."
Dois grandes grupos políticos para derrubar um que dizem estar "fraco das pernas". Como imaginar e acreditar nesses grupos os quais passaram décadas se degradando politicamente e pessoalmente? E dizem que é para "salvar Lagarto". Imaginem, foram essas pessoas que sempre se mantiveram no poder desde que criou-se os famigerados grupos "bole-bole" e "saramandaia". Depois disso duas famílias eternizaram-se nas disputas eleitorais entre si. Claro, foram dadas oportunidades a outras pessoas, isso ocorreu quando sentiam-se ameaçados de algum rompimento, ou mesmo desgastados por estarem tanto tempo no poder, mesmo assim essas famílias comandaram a máquina. Quem realmente anda "fraco das pernas"?. A tranquilidade de um grupo ganhando adesão ou duas fortes facções que temem o esquecimento de suas tradições? ao ponto de mostrarem no estresse, na revolta, no medo e na preocupação. Isso é sentido nos programas radiofônicos. São essas pessoas que dizem querer "salvar Lagarto", as mesmas que destruíram praças e balneário, médicos de Cuba, que iriam trazer diversas fábricas, praia artificial, que deixaram dívida ao município: energisa, férias e décimo aos professores, INSS. As pessoas que dizem que alguém anda "fraco das pernas" são aquelas impedidas de andar politicamente, pois as mesmas estão condenadas por improbidade administrativa. E ainda se juntam para "salvar Lagarto". Para uma pessoa esclarecida, sabe que esse mal não tem cura. Se alguém anda "fraco das pernas", penso que estes estão é "sem pernas". Mas certo dia alguém me disse que não poderia lembrar do passado dessas pessoas, lembro por não terem a ombridade de sanarem suas dívidas com a população e por fazerem o povo de esquecido. Mas quem não tem memória curta, cabe alertar os demais. Será que eles mudaram as idéias? ou querem que retroagimos? Mas outro alguém me disse: "mas o candidato é outro", outro que não tem voz e deixa quem não deveria falar por ele. Não seria ele o "fraco das pernas", pois quando vice, mudo aos problemas da cidade e por um mês prefeito teve que sair as pressas para não crescer politicamente. E não vai crescer se permanecer balançando a cabeça para as mesmas famílias que lhe verem como uma figura decorativa.
Mesmo sem o apoio do ex-prefeito Cabo Zé, será muito difícil tirar Valmir Monteiro da Prefeitura de Lagarto. A situação política alcadiana não está ruim como se comenta na boca miúda, senão a oposição não estaria tão atiçada. Talvez a estratégia usada de sempre lembrar o nome de Valmir negativo no rádio esteja fazendo propaganda ao contrário. Certa feita ouvia numa dessas emissoras alguém da rua São João no Aldemar de Carvalho dizer que o prefeito não fazia nada. Detalhe: a rua desse indivíduo acabara de ser pavimentada pela prefeitura. Para a vizinhança que estava ouvindo o tal programa teve a certeza que tudo não passara de uma mentira, então irá refletir qual o motivo de uma pessoa realizar estão ação. Apenas esta semana, três lideranças assumiram apoiar o prefeito atual, além de Euzébio, Dulce do Sindicato e por último NOEL DA LARANJA, grande liderança do Treze e cotado para ser o pré candidato a vice de Lila. Isso muda? claro, um voto já faz a diferença. Há quem diga que essa chuva de adesão tem a mão do governador, outros imaginam que Jáckson Barreto, por mágoa da não ida de Lila ao PMDB estaria arquitetando mais aliados para o alcaide. Existe informações em que as lideranças saramandaístas estariam chateadas ao descobrirem que Jerônimo teria tomado a frente da pré campanha de Lila, por querer empurrar Fábio Reis como pré candidato a vice de Lila. Fato que intrigou o mais novo líder da oposição Bruno Vieira, ele na última sessão na câmara frisou: "Só voto em Lila, não voto em nenhum Reis e vice e merda é a mesma coisa". Uma baixaria nas palavras, porém um desabafo ao tomar conhecimento de um integrante da família Reis ser cogitado para ladear Lila na chapa majoritária. Mas porque essa rejeição aos Reis? Pergunta que só os grandes caciques aliados de Lila têm a resposta.
Não há atalho que impeça a ida do vereador Euzébio ao grupo do prefeito Valmir. Retirar seu nome de um partido, foi uma loucura oposicionista. Para um político com vergonha na cara (coisa difícil de se ver) faria o mesmo que Euzébio fez, procurar o único meio para salvar seu cargo de vereador, posteriormente sua pré-candidatura. O grupo do "saramandaia" perde sua maior voz na câmara e um forte aliado. Fiel escudeiro da família Reis. Não adianta os argumentos, fica apenas o exemplo para quem pretende candidatar-se nas coligações 'saramandaísta": os nomes de interesse do grupo para as vagas de vereadores já estão escolhidos a dedo, dentro do bolso. Os demais servirão para alimentá-los. Ainda não consigo acreditar Euzébio no PSD. Isso não é uma bomba é um meteoro na política lagartense.
O eternamente Prefeitinho deve tomar sua posição política ainda nesta segunda-feira, dia 03 de outubro. Mas penso que não haverá surpresa, apesar da sua grande, infinita amizade colorida com a família Reis. Há informações não reveladas pelo mesmo que o prefeito Valmir, teria lhe oferecido a presidência do PSC, não houve acordo, motivo: o mesmo só aceitaria o tal partido caso fosse entregue toda a diretoria. Houve o recuo do prefeito. Penso que partido ou diretoria não elege ninguém, apenas para ter um número. Quem dar as cartas a uma eventual vitória é o povo a depender de seus serviços prestados na comunidade, acompanhado de boas idéias. Essa briga para ter um partido nas mãos é inútil, depois o indivíduo cansa-se e deixa-o de lado, logo, logo pula para outro a depender de seus interesses. Isso não é novidade. Conheço gente que anda engasgado de tanta letra e pensa em pular para o DEM por não conter a letra P de partido. Dessa maneira não seria necessário os regimentos de partidos com suas obrigatoriedades e ideais. Ninguém presta mesmo atenção. Não dar tempo nem de ler, fazem uma ata e tudo está resolvido, depois "desatam" e vão para outros. Concluindo, falta diálogo entre os envolvidos. O bolo não é tão grande como pensamos.