Todos sabemos que Jáckson Barreto não simpatiza muito os autênticos aliados ao governador Déda. Nem Cabo Zé e tão pouco Valmir Monteiro. Nessa Maré o destemido Cabo fica "a ver navios". Pois Jáckson quando vem a Lagarto, procura logo os filhos de Jerônimo e Marcelo Déda, vem em busca de Valmir Monteiro. Dar-se a entender que Jáckson faz uma administração paralela e fixa com o seu poder um grupo político diferente. Não posso acreditar que seja uma estratégia de Déda e Jáckson para enfraquecer o grupo de João Alves em Lagarto, já que o próprio PMDB apoiará Lila, ligado ao próprio João e Albano. Se isso for estratégia é melhor Jáckson voltar a aprender fazer política. Caso Lila seja eleito, jamais estaria no grupo de Déda, se o quisesse, estaria se filiado ao próprio PMDB(falta de convite não foi). Mas o próprio Lila(que não é bobo), fez o inverso, amarrou Jáckson aos seus pés: Sérgio e Fábio (PMDB) não irão apoiar outro candidato que não seja Lila do PSDB e o próprio partido PMDB está nas suas mãos em Lagarto, pois o seu filho é o presidente municipal do partido. Nessa jogada, Jáckson vai ter mesmo que subir no palanque com João Alves, se não subir no mesmo dia, subirá em outro, terão o mesmo pensamento político. E quem perde nessa história? Penso que Déda, pois seu aliado e vice-governador, bagunça a política, esfarela o grupo do governador e fortalece os oposicionistas. Como Jáckson pensa em ser o próximo candidato a governador se contraria políticos aliados? E se joga para outros que a preferência no futuro será totalmente contrário a ele? Das três uma: inocente, acha que todos estarão de seu lado. Aproveita-se do poder governamental para fazer seu futuro político e depois dar adeus ao governador e fortalecido cria a terceira via ou por traz tenta fazer alianças futuras com João Alves e Albano. sexta-feira, 9 de setembro de 2011
O AMOR PODE ESTÁ CEGO
Todos sabemos que Jáckson Barreto não simpatiza muito os autênticos aliados ao governador Déda. Nem Cabo Zé e tão pouco Valmir Monteiro. Nessa Maré o destemido Cabo fica "a ver navios". Pois Jáckson quando vem a Lagarto, procura logo os filhos de Jerônimo e Marcelo Déda, vem em busca de Valmir Monteiro. Dar-se a entender que Jáckson faz uma administração paralela e fixa com o seu poder um grupo político diferente. Não posso acreditar que seja uma estratégia de Déda e Jáckson para enfraquecer o grupo de João Alves em Lagarto, já que o próprio PMDB apoiará Lila, ligado ao próprio João e Albano. Se isso for estratégia é melhor Jáckson voltar a aprender fazer política. Caso Lila seja eleito, jamais estaria no grupo de Déda, se o quisesse, estaria se filiado ao próprio PMDB(falta de convite não foi). Mas o próprio Lila(que não é bobo), fez o inverso, amarrou Jáckson aos seus pés: Sérgio e Fábio (PMDB) não irão apoiar outro candidato que não seja Lila do PSDB e o próprio partido PMDB está nas suas mãos em Lagarto, pois o seu filho é o presidente municipal do partido. Nessa jogada, Jáckson vai ter mesmo que subir no palanque com João Alves, se não subir no mesmo dia, subirá em outro, terão o mesmo pensamento político. E quem perde nessa história? Penso que Déda, pois seu aliado e vice-governador, bagunça a política, esfarela o grupo do governador e fortalece os oposicionistas. Como Jáckson pensa em ser o próximo candidato a governador se contraria políticos aliados? E se joga para outros que a preferência no futuro será totalmente contrário a ele? Das três uma: inocente, acha que todos estarão de seu lado. Aproveita-se do poder governamental para fazer seu futuro político e depois dar adeus ao governador e fortalecido cria a terceira via ou por traz tenta fazer alianças futuras com João Alves e Albano. quinta-feira, 8 de setembro de 2011
HOJE VAI TER FOFOCA
Estava com "meus botões" e alguns amigos naquele murinho do Banco do Brasil, ladeado ao chamado oitão do Santuário de N. Sra. da Piedade. teria dado uma pausa da grande festa em comemoração ao aniversário da Juventude Fm. A festa foi boa, misturou elite e periferia. Não sei porque o trio Baby demorou tanto a descer a Laudelino Freire. Pois bem, distraído a conversar, de repente vejo um padre sair correndo da igreja. Pensei logo: estaria ele com dor de barriga? acho que não, pois se o mesmo estivesse com esse problema correria para a casa paroquial e não na minha direção. Pensei novamente: acho que o mesmo vai reclamar porque estaria com uma lata de cerveja na mão, mas o padre correu com um celular na mão tentando ligar para alguém. Pensei novamente: mas o que faz um padre deixar a missa com seus fiéis e sair feito um louco nas ruas em direção de um trio elétrico? Mas lembrei que estamos em Lagarto e como sempre diz o ex alcaide Cabo Zé: "Lagarto é outro país". O que aconteceu foi o seguinte: O trio estava marcado para sair depois da missa às 20 horas. Mas os organizadores esqueceram de um detalhe: esta semana aconteceram as novenas e geralmente as missas são estendidas até quase as 22 horas. E o som do potente trio estava atrapalhando a missa. resultando no estresse do padreco. Ele saiu enfurecido, ligando não sei pra quem e falava alto naquele alvoroço todo, pedindo a alguém que parasse o som. Mas isso não termina as "fofoquices" de Lagarto. A procissão reúne os maiores caciques da nossa política, muito puxamento de saco, muito olhares atravessados e muito disse-me disse após a procissão.
DESFILE CÍVICO DE LAGARTO
De uma coisa temos certeza, a Prefeitura trouxe quase todas as escolas municipais dos povoados para desfilar, inclusive escolas pequenas que tiveram porte de grandes, como foi o exemplo da Aníbal Freire da Boa Vista do Urubu. O nosso desfile cívico a cada ano tem uma característica. Este ano não houve as falhas de outrora, quando as escolas deixavam grande intervalo de uma para outra. Dos grupos folclóricos sentimos a ausência dos PARAFUSOS, esse grupo é de nossa originalidade, inclusive bem destacado no sudeste e sul do país. Se olharmos um pouco para traz as fanfarras não têm mais aquele brilho e a riqueza dos uniformes ficaram pobres. A banda do Sílvio Romero nem o chapéu se usa mais e o Laudelino Freire, trocou a maior fanfarra de Sergipe por uma banda de pré adolescentes. O frei Cristóvão ainda persiste e fez um desfile à altura. Gostei do desfile, não pela exuberância e nem pela sua falta, mas pela criatividade das escolas e a grande participação em massa dos povoados que antes se sentiam reprimidos e que tiveram a oportunidade de mostrar que também fazem parte de Lagarto e merecem destaque. De qualquer forma não perdemos nossa hegemonia sergipana em desfile cívico. Muita gente diz que parece mais escolas de samba, mas se essas escolas desfilarem civicamente como manda o figurino, não teria nossa graça de lagartense. Já imaginou um desfile com uma fanfarra e um monte de alunos uniformizados sem ao menos dar um sorriso para o público? Deixe isso para os militares. O desfile de 7 de setembro em Lagarto é o que mais gera renda dos municípios em Sergipe e o que mais leva público, independente de qualquer gestão. Ganha as fábricas de uniformes, as costureiras, os maestros, os armarinhos, lojas de tecidos, as sapatarias, perfumarias, sorveteiros, churrasqueiros, pasteleiros, doceiros, etc. Parabenizo a todos que de forma direta e indireta participaram de mais um desfile cívico em Lagarto, até o próximo ano.
terça-feira, 6 de setembro de 2011
BRIGAS DE COMADRES
Goretti que Cabo Zé a chamava de "Goretinhaaa", Cabo Zé que era chamado "Zé do cabaré", "cabueta" e "Cabo de vassoura" e por alguns de "Cabo de aço". Jerônimo era o "perna de Molambo". E "Valmir da mamadeira"?. (rs, rs). A política de Lagarto é muito baixa, tão baixa que fulano ontem disse que sicrano não honrava a calça que vestia e hoje só faltam quebrarem os ossos de tantos abraços. E essas falações não foram ditas nos balcões ou nas esquinas, mas nas emissoras de rádios de Lagarto. Tem uma que um político dizia que o outro para passar por debaixo das portas, teria que se abaixar. É muita baixaria, porém não deixa de ser histórico, apesar de muita gente está com a memória fraca. Dizem que chupar abacaxi é muito bom para reativar a memória o problema é descascá-lo. E a outra que alguém classificou um político de Uga-Uga, personagem global que gostava de apalpar seios de moças. De maneira alguma coloco-me contra a essas picuinhas costumeiras de Lagarto. É o momento, eles se odeiam para depois se amarem, depois se separam e se traem. O tempo passa e juram fidelidade e se não conseguem o ponto X tornam-se a se massacrarem com os próprios venenos. Vez por outra estão nas missas e procissões, os olhares se curvam de ódio ou de amor. Dos lábios saem cânticos e do coração só Deus sabe o que pensam. Nessa briga de comadres, estou fora, pois bem sei que se eles não se confiam, quem sou eu para confiar.
HOSPITAL OU COMITÊ POLÍTICO?
Mais um capítulo da crise do Hospital N. Sra. da Conceição, inclusive com paralisação de seus funcionários. O que antes se faziam movimentos contra a prefeitura, funcionários parece ter aberto os olhos e descobriram que a prefeitura de Lagarto não é a geradora da tal crise e sim, cabe a direção resolver. Não é a primeira vez que isso acontece, mesmo nas administrações de Jerônimo e Zezé Rocha a crise era transparente, porém um detalhe: a culpa não se colocava nos prefeitos da época, mas no governo do estado. Lembro até que pessoas vestiam luto para chamar a atenção da população. Outro detalhe: O governo o qual se direcionava a culpa da crise não era ligado ao grupo político das pessoas que gerenciam o hospital. A prefeitura apenas faz pagamento aos serviços prestados pelo órgão, mas não tem nenhuma responsabilidade de pagar sua funcionabilidade. O hospital N. Sra. da Conceição recebe subsídio do Ministério da Saúde e do governo estadual, além de cobrar serviços de exames, cirurgias e internações. A crise deste hospital é meramente administrativo, pois "quem não tem competência não se estabelece".
domingo, 4 de setembro de 2011
A PERIFERIA E O LUCRO POLÍTICO
Dos 10 vereadores de Lagarto a maioria deles vieram da zona urbana e da periferia. Apenas o Jocelmo, Bruno Vieira e Euzébio são do centro da cidade, esse último ainda com grande influência no Aldemar de Carvalho e Loiola. O vereador Baiano representa o Treze, povoado que mesmo com uma grande densidade eleitoral, pouca das vezes trouxe mais que dois representantes. O Jenipapo enviou o eterno vereador Xexeu, ouve época de dois representantes quando o Roque César(hoje assessor de Xexeu), também legislou por aquele povoado. A Brasília é sortuda por várias legislaturas, mesmo não tendo um bom número de eleitores na maioria das vezes manda 2 vereadores para a Câmara, agora com Carlos e Fraga. Flamarion, comandante oficial dos assentamentos em Lagarto, também com forte influência no Aldemar de Carvalho. Jeová da Academia, representante do Novo Horizonte e Carminho da Ambulância com moradia fixa no Aldemar de Carvalho. Não sabemos qual o mistério, mas a representatividade dos povoados e bairro é forte, enquanto o centro distribui os votos para os candidatos periféricos. Com a volta da ampliação no número dos edis não mudará muito, pois se verificarmos a suplência dos atuais, entrariam grandes lideranças de povoados. Sentimos falta de vereadores da região dos Olhos D'água, Mariquita, Brejo, Crioulo, Pururuca e do grande Bairro Boa Vista. Muito embora o candidato a vereador não pode deixar de investi na periferia, pois são eleitores fiéis e que dão respaldo nas urnas. Mas é preciso presença firme e não aparecer nas véspera da eleição distribuindo santinhos e pedindo ajuda. Uma campanha tem que ter firmeza, presença e solidez, ao contrário não terá trabalho de contar os votos.
sábado, 3 de setembro de 2011
O BEM PÚBLICO VENDIDO E ESQUECIDO
A fantástica história do shopping não tem fim e o prefeito Valmir não vai desistir da investidura. Os argumentos de antes foram engolidos pela turma dos contra, após Zezé ter anunciado o mesmo interesse. O que ainda sustenta as oposições ser contrário ao empreendimento do prefeito é por causa do terreno onde funciona o parque de exposições, já que é um patrimônio público. Mas a ideia do prefeito não é acabar com a exposição e sim transferir para outro local. Esta semana alardou-se na rádio pregresso e eldorado a insatisfação de Juquinha do PT, que estava sumido e silencioso. O jovem diz ser contra ao shopping porque o prefeito vai passar um terreno público para empresa particular. A situação ainda perdida em responder aos ataques de Juquinha nesse sentido. Não fazemos parte da SECON de Lagarto, mas se fizéssemos diríamos que não lembramos em momento algum o Juquinha levantar a voz quando o então prefeito Jerônimo Reis, com a maior facilidade do mundo vendeu o Rosendo Pálace Hotel ao grupo de José Augusto Vieira. Prédio audacioso construído na administração de Ribeirinho. Se mexerem muito nesse assunto de atos inconstitucionais, referindo-se a entrega de bens público a terceiros o grupo JAV corre o risco de devolver ao povo o Rosendo Pálace Hotel. E outro fato absurdo e ninguém relata é como finalizou a história de um terreno onde localizou-se a antiga delegacia de Lagarto, na Praça onde funciona a Escola Adelina Maria, descendo a Filomeno Hora. Aquele logradouro pertencia ao município, ou pertence. No momento encontra-se murado com propaganda de uma igreja evangélica. Vamos pedir explicações a Juquinha, já que ele se preocupa tanto com o bem público. O prédio serviria para uma secretaria municipal, uma biblioteca ou algo parecido. Tinha uma estrutura firme, mas que foi demolida em todos os sentidos pela administração de Jerônimo Reis. Hoje, nem mesmo a situação fala no assunto. O que teria acontecido?
quinta-feira, 1 de setembro de 2011
PRÁ NÃO DIZER QUE NÃO FALEI DE POLÍTICA
Marcelo Maratá, esqueceu de sua pré candidatura à prefeito de Lagarto. Pelo visto levou uma "puxada de orelhas" do Prefeito Valmir". Mas esquenta sua campanha para vereador, inclusive anda arquitetando estratégia. Já anda procurando lideranças de povoados e bairros. No último final de semana, esteve pessoalmente em nossa residência à fim que possamos "amarrar" um possível compromisso de apoio. Apesar de uma família enorme e colaboramos com uma comunidade, apenas temos nosso próprio voto. Ainda é muito cedo, águas rolarão. De qualquer forma desejamos boa sorte aos prováveis pré candidatos a vereança. //// Depois de tanto fogaréu na história de Amiguinho, parece que o mesmo anda desaparecido, não o ouvimos mais e o mesmo ainda distante dos microfones das emissoras de rádios de Lagarto. Estamos com saudade de você, meu Amiguinho. //// Juquinha falou em entrevista a rádio web joveminterativo que o prefeito Valmir deve 20 mil reais da reforma do prédio do PRÉ SEED. A novela ainda não está no meio, pois Juquinha precisa escolher com quem vai ficar, pois quando iniciar a "baixaria", vão citar o porque dele ter sido exonerado do cargo de Secretário de Educação de Lagarto e por quem foi exonerado. //// Por mais estranho que se pareça, mesmo chateado por Lila não se filiar ao PMDB, Jáckson de qualquer forma terá que fazer campanha para o mesmo, pois o filho de Lila é o presidente do diretório do PMDB de Lagarto. Estranho mesmo é que se Lila voltar ao PSDB, Jáckson terá que subir no palanque com seu desafeto político João Alves Filho. Em se tratando de Albano não há empecilho, já que Jáckson e Albano se dão muito bem, desde a época da privatização da antiga Energipe.
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