sábado, 8 de setembro de 2012

A SAGA DE LILA FRAGA

 Com base na resolução 23.373/11/TSE e na Lei Complementar 64/60, pode acontecer o seguinte, caso se confirme a impugnação do registro de candidatura de Lila Fraga pela última instância no TSE: Ele apresentando um substituto, mas não havendo tempo para nova preparação das urnas eletrônicas com a foto e número do candidato apresentado o substituto concorrerá com o nome, número e fotografia do substituído, computando-se para o substituído os votos atribuídos ao substituto. Ou seja: aparecerá a foto de Lila, porém os votos vão para o candidato a qual ele apresentará na Justiça eleitoral. Mas é importante lembrar que isso ocorrerá se por acaso ele seja julgado inelegível próximo a data da eleição. 
  Mas se acontecer como na eleição de 2008 em que o TSE não teria julgado antes da eleição o pedido de impugnação de Lila Fraga? Passou-se muito tempo para que isso acontecesse. A foto de Lila não apareceu, ele estava "sub judice". Os votos obtidos serão divulgados como nulos e não vão aparecer de maneira alguma até que o mesmo resolva sua situação, negativa ou positiva. Neste caso: "sub judice" com seus votos nulos, que para a Justiça Eleitoral não vale de nada até que provem o contrário, mesmo esses votos nulos venha ser maioria, o segundo colocado assume a colocação de primeiro até que se julgue os pedidos de impugnação já encaminhado a Suprema Corte. 
  Muita falácias em Lagarto a este respeito, muito embora o grupo de Lila Fraga esconde a sete chaves as suas decisões, decisões isoladas e sem passar a verdade aqueles que tanto seguem seus trajetos políticos. Mas há quem aposte que Lila não vai assumir a prefeitura, mesmo com a teimosia de sua candidatura esfarelada nos tribunais. Não há como negar de seu processo no TSE, porém o sonho de muito de seus adeptos em levar Lila a Prefeitura pode ser transformado em pesadelo, um pesadelo o qual o próprio Lila Fraga tem medo de revelar. A sua teimosia em manter a sua candidatura já foi motivo de discussões pela família Reis a qual sabia e sabe desse dilema, tanto que queriam apostar de início em outro nome, mas para garantir sua fortaleza de voz, levou para a balança o nome de Norma Dantas, calando a voz da família Reis que vem olhando a candidatura de Lila pelos lados desde a sua negativa em ingressar no PMDB de Jáckson.                                                                                                                                                                                      

terça-feira, 4 de setembro de 2012

AMARELO OU VERMELHO?

   Desde que acompanho a política de Lagarto, lembro-me de ARENA 1 e 2, PDS e PMDB, Bole-bole, saramandaia, Novo Tempo. E tantos batismos recentes de grupos, Alcadianos, Talibãs. Depois que os grupos se definiram e com um suposto apoio de Cabo Zé ao grupo de Jerônimo, duas novas forças, surgem:  AMARELÃO E VERMELHÃO. Até as músicas já foram criadas citando essas cores como um grupo político. Importante frisar que as personalidades mais ligadas dos grupos tradicionais estão apenas presentes como vice, caso de Luíza Ribeiro e Norma Dantas. O amarelo do PSDB e o vermelho do PT, muito embora o candidato do vermelho pertence ao PSC, mas assimilou a cor por está com o apoio do PT. O VERMELHÃO 20 e o AMARELÃO 45. As duas fotos retratam a grandiosidade da campanha para prefeito em Lagarto e ambas tiradas na feira livre da cidade num espaço de oito dias e usadas nas redes sociais pelas equipes de cada candidato. A disputa nas carreatas e passeatas difundem a democracia e cada grupo mostra o melhor. Quando se fala em comício de qualquer lado é uma festa, a comunidade curiosa quando não participa diretamente, presencia a passagem para acenar com os dedos seu candidato de preferência: V de Valmir ou L de Lila. As lojas de roupas da cidade, grande parte expõem nas vitrines e entradas camisas vermelhas e amarelas e muita delas já não se encontram mais essas cores. Já nos eventos particulares os organizadores disponibilizam camisas vermelhas e amarelas, cabe o gosto do participante. Pensamos que é um momento bonito e que devemos aproveitar com sabedoria, sem necessidade da violência corporal e verbal, porque os rumos que essa campanha está tomando, nem mesmo os candidatos acreditaram. Tudo está acontecendo naturalmente e vai ficar nas páginas de nossa história. 

domingo, 2 de setembro de 2012

LILA, WILLIAN OU VALDULEIDE?

    Na eleição municipal passada o candidato a prefeito de Lagarto, Lila Fraga, também teve sua candidatura impugnada. Na surdina teria apresentado na Justiça Eleitoral outros candidatos, no entanto não divulgou para seu eleitorado. O eleitor comeu "gato por lebre". Na urna eleitoral não apareceu foto alguma depois do voto depositado e ficou inelegível por três anos, quando a quantidade de seus votos foram expostos para o público no site do TRE. Naquele tempo seus eleitores estranharam e muita gente sem o conhecimento achara que a eleição teria sido "comprada".  
                                                                                                                                                                                                                                                                                        A situação de hoje não é diferente e com mais um agravo, trata-se de improbidade administrativa e que sua defesa irá repetir os mesmos argumentos apresentados ao TRE, sem um fato novo a qual possa mudar a situação do processo perdido no TCU e encaminhado para a Justiça Eleitoral como um "Ficha suja". E agora com essa forte campanha em que o TSE defende a complicação é grande ao candidato tucano.            

   Em seu discurso, Lila admite que nada vai impedir de sua candidatura na tentativa de repetir a façanha de 2008. Muito embora o nível de informação avançou e essa estratégia pode frustar o eleitorado indeciso. Na eleição passada muita gente votou ainda enganada porque poucos sabiam da sua impugnação, mas hoje a mídia não deixa ninguém sem a verdade. Mentir não é a melhor solução, mesmo porque não há necessidade, Lila tem um grupo forte e qualquer candidato anunciado será seguido por seus adeptos. 

  Já imaginaram Lila dizendo que é candidato, mas no site divulgacand2012 com um novo registro de outro candidato? Isso pode acontecer caso perca na ultima instância que é o TSE. Seria um prato cheio para os demais candidatos e com provas convincentes. E ainda pode acontecer de outras coligações entrar com recursos os quais o impeçam do mesmo participar de movimentações políticas, como passeatas, carreatas, comícios e nem votar. Que tipo de candidato será esse? Esta situação está acontecendo com  Zezé Rocha, Jerônimo e Cabo Zé. Por enquanto, Lila está no seu direito de fazer suas movimentações políticas, mas que deve falar a verdade para seus seguidores que está com sua candidatura deferida com recurso, mas que ainda vai depender da decisão do TSE em Brasília.

  Nas redes sociais o grupo determinado "saramandaia" usa sempre o slogan: "por traz de um grande pai existe um grande filho" e apresenta a foto de Lila junto com o seu filho Willian. Mas uma hipótese a ser descartada, já que Willian é o presidente do PMDB, neste caso em segundo plano o PMDB carrega o número 15, seria um prejuízo de campanha por ter que começar do zero e o pensamento do grupo no futuro não é carregar uma suposta pré candidatura de Jáckson Barreto ao governo do estado. Mas o que mais me chamou a atenção é um perfil criado no facebook: "Lila Valduleide". Valduleide é a esposa de Lila e filiada ao PSDB. Neste caso a campanha continuaria com o número 45 e não seria preciso muito investimentos no material de campanha. Estamos a pouco mais de um mês da campanha e ainda resta mais um, há tempo de rever toda essa situação. Mas o que não pode acontecer é tentar ludibriar o eleitor com falsas informações. Os tempos são outros e a qualidade de uma campanha é no esclarecimento ao eleitorado na tentativa da compreensão. Ao contrário, negar os fatos é fatal numa atualidade repleta de informação.

sábado, 25 de agosto de 2012

BORBULHANDO POLÍTICA

xabubs.gif (6075 bytes)
   A cultura de Lagarto está tão desprestigiada que grupo político inspirou-se nos bonecos de Olinda. Mas como o carnaval está mais perto que o natal, tudo haver....///////////// O grupo de Valmir desgruda da zona urbana e inicia sua caminhada de final de semana para os povoados.////////////// De todos os lados da política acham que seus adversários "desesperados". No entanto, para um bom observador dos bate-papos a tranquilidade está nos discursos seguros e sem muita preocupação de citar o outro lado. Lembrar muito do concorrente faz propaganda e mostra que outro está vivo. As baixarias e xingamentos é para candidato que não merece crédito. ///////////// Segunda-feira, amanhã o TRE julgará processo de improbidade administrativa do candidato Lila Fraga, o único de Lagarto ainda com candidatura deferida com recurso. Os demais estão tranquilo e podem de verdade alardearem suas campanhas./////////// O PSOL apresenta seu programa de rádio usando o "nem um e nem outro". Uma boa estratégia para um candidato alternativo e original também, já que a candidata do PTN esquece que concorre com mais três candidatos.////////////// Tem rádio em Lagarto que espera terminar o horário político para fazer comentários rebatendo candidato. Que falta de confiança e falta de pauta, imaginação também. ////////////// É preciso respeito a democracia. Alguns apaixonados por políticos deixam de seguir sua facção para atrapalhar a do alheio. Passam agredido a concentração dos outros. Isso não vai acabar bem. É preciso cautela e evitar de passar em lugares onde não seja bem recebido.///////////// Parece que a investida de Jáckson Barreto ao candidato do PSDB não surtiu efeito, pois o mesmo está sendo passado para traz. A coligação "Lagarto em Boas Mãos" tem como convidado de honra, André Moura do PSC. Primeiro João e depois outra persona desaprovado por Jáckson. Se realmente Jáckson pensa em ser pré-candidato ao governo com o apoio do grupo saramandaia, melhor ele avermelhar de vez. (rsrsrsrs). Até mais.

sábado, 18 de agosto de 2012

MAIS UMA VEZ

   As campanhas em Lagarto estão super acirradas e os investimentos decoladíssimos. Alguns meses atras a oposição do atual gestor estava tranquila devido a uma pesquisa realizada pelo dataform a qual dava larga vantagem do candidato tucano. No entanto, no inicio da campanha o candidato do PSC mostrou a cara e tem ganhado no número de seguidores nos comícios, tanto é que não houve ainda nenhuma movimentação política que superou a grande passeata de sábado, dia 11 de agosto. E Valmir,  promete mostrar sua força na próxima segunda-feira 20, numa manifestação que segundo ele: "vai abalar a cidade". Vamos aguardar. Há comentários em que o candidato tucano estaria perdendo forças na zona urbana e ambas as coligações não querem se desgrudar da cidade, comícios dentro da zona rural estão esquecendo. Nas bandas do PSOL, engolidos pelas luas dos potentes grupos políticos, faz sua campanha no corpo a corpo. O grupo de Cabo Zé, como de costume não gasta em campanha política e os comentários na cidade é que enquanto os outros saem "quebrados" das eleições, ele "engorda" os bolsos. A sua sobrinha, Luiza (hoje, candidata a vice de Valmir), quando concorreu a prefeitura de Lagarto, numa chapa alternativa, obteve pouco mais de 700 votos e há pessoas na cidade apostando que dona Edla, terá menos votos. Mas, eleição é sempre uma caixinha de surpresa, muito embora, Luiza em 2008, fazia suas carreatas. Por enquanto não há ninguém eleito e ninguém com votos, senão não seria preciso votar. Ainda há eleitores indecisos e ainda há eleitores que mudarão seus votos. O candidato hoje eleito, amanhã poderá está derrotado. Em Lagarto não se vota em candidato, mas em grupo. É assim, não adianta. Penso que o crescimento de Valmir, diante uma "suposta" rejeição se afinou perante a decisão pregada pela tradição "saramandaia" e "bole-bole". Se não é lá, é cá. Os próprios grupos fazem propaganda da sua facção e ouvimos até nas músicas dos candidatos fazerem alusão as facções. E a história continua depois de décadas.

terça-feira, 7 de agosto de 2012

PROSEANDO POLÍTICA

   A campanha política em Lagarto "pega fogo" e como não bastasse os dois comitês políticos dos mais atuantes candidatos estão na mesma praça, uma fraqueza da própria justiça eleitoral permitir isso. por via das dúvidas o último a lançar teria que pensar melhor o insulto evitando transtornos na hora da partida das carreatas e passeatas no mesmo local. Parece até que Lagarto se resume em uma praça, praça esta que no passado já foi alvo de assassinato político. A justiça há de compreender que se no local já estava um comitê, não caberia outro no mesmo local. Não é nada bom se tratando de uma campanha em que há um mínimo de seguidores com capacidade mental de fazer uma política na base da paz e amor. //////////// Pelo que se parece a prisão do irmão do atual gestor não refletiu em sua campanha, mesmo porque a população sabe diferenciar as coisas. O momento é de solidariedade com as famílias e cada um responda por seus atos. A atribuição do caso pelo lado político, se levado em consideração pode macular o lado oposto. Colocando na balança, resgatando um passado próximo, veremos um absurdo, negro e reflexivo a população. A coisa pode "feder". vamos deixar a polícia resolver os problemas convenientes a ela. A propósito um brilhante trabalho. Ao menos de segurança não podemos reclamar.//////////// "Macaco velho" na política, Jáckson Barreto, não citou Lagarto, numa possível vitória de seu agrupamento político. A declaração está no jornal CINFORM desta semana. Jáckson é provável candidato ao governo do estado, apoiado por Marcelo Déda. Faz parte de seu agrupamento político em Lagarto, o filho do "prefeiturável" Lila Fraga, Willian Fraga (Presidente do PMDB), Fábio e Sérgio Reis, Norma Dantas e Zezé Rocha. Todo esse pessoal tem filiação no PMDB. "Trocando em miúdos", fazem parte da base aliada do governador e que cabe a eles também cobrarem da administração estadual melhorias para a saúde e educação. Mas cobrarem de verdade e não apenas "beliscarem" locutores de rádio para denegrirem sua própria agremiação. Se juntem e vão ao governador. façam alguma coisa.

terça-feira, 31 de julho de 2012

É JÁ É JÁCKSON

  Apesar dos amores em que insiste Jáckson Barreto aos filhos de Jerônimo em Lagarto, sabe ele que será muito difícil tirar dividendos futuros dessa aliança. O apoio do PMDB ao candidato Lila Fraga é uma investida de prejuízo eleitoral. Ninguém é cego e nem surdo, em Lagarto o grupo liderado pela família Reis é unido em um só pensamento. Esse teatro de Jerônimo dizer que não sobe em palanque de Lila, quando João Alves, estiver é uma balela. Mas ninguém sabe até onde vai essa estorinha para proteger seus filhos com cargos de confiança na governadoria estadual, ou alimentar o sonho de Fábio Reis, galgar a vaga de Rogério Carvalho, na Câmara Federal. O mesmo poderia estar deputado, caso sua família não tivesse feito uma campanha de João e Déda ao mesmo tempo. A política requer posição, no entanto a estratégia do nobre ex deputado federal de permanecer eternamente encima do muro, nem trouxe e nem vai trazer bons resultados. A culpa que Jerônimo prega por o DEM não o ter lhe defendido quando na sua cassação, não convém, não havia santo que desse jeito. Em todas as instâncias o ex deputado haveria perdido. Mas, voltando a Lagarto, para o PMDB de Jáckson, mais provável pré-candidato de Déda a eleição estadual, nota-se que seu próprio partido é o primeiro a minimizá-lo. Primeiro o convida para um comício onde João Alves, tem discurso garantido e bem mais recebido e Jáckson não foi avisado previamente. Todos sabemos que Jáckson e João nnão se afinam politicamente. Para um bom entendedor, "armaram uma arapuca" para o líder do PMDB. Mas é aquela história: "me bata que eu adoro". Para acabar a turbulência, antes que o péssimo  encontro aconteça, Déda liga urgentemente e avisa da presença do líder dos democratas. E Jáckson "capa o gato" a moda francesa. Na verdade volta no meio do caminho, quando pensava em abalar no discurso. Quem houve a rádio progresso de propriedade de Zezé Rocha do PMDB, sabe que as críticas a administração estadual são ferrenhas, isso destrói o próprio projeto do PMDB estadual em uma eventual disputa ao governo do estado e prova o proveito dos aliados de Jáckson em Lagarto com a sigla partidária, apenas isso e nada mais. Quanto a Jáckson, problema dele, afinal, cada líder tem os liderados que merece.

domingo, 29 de julho de 2012

BOLE, SARA, MAMBOLE

   As oposições de Valmir Monteiro, jamais esperariam um crescimento grandioso na sua campanha. Imaginavam que o mesmo estivesse morto politicamente diante trabalho forte nas duas emissoras de rádios local. Pelo visto a campanha do candidato do PSC mostra-se melhor que a campanha de 2008, pelo volume de pessoas presentes nos últimos comícios. Caso que requer uma avaliação dos três grupos oposicionistas ao atual gestor.                                                                                                                                                                
   Existem fatos não levados em consideração, esquecidos ou mesmo jogado embaixo do tapete consideravelmente refletido nas pessoas com tradição em facção. Vejamos: Há décadas em que "Bole-bole" e "Saramandaia" se esgrimiam politicamente, porém  observam Cabo Zé, afirmando se for possível se uniria com os "reis"  "para derrubar Valmir" e boa parte dos integrantes da facção "saramandaia" afirmarem que Cabo Zé é o tal. Essa suposta aproximação espantou gente tanto de um lado como de outro. Um espanto que talvez não seja visível para os grandes caciques da política, mas que de "grão em grão a galinha enche o papo" sem fazer nenhum esforço. Sabe tantos "Saramandaias" por aí preferem ver o diabo e não querem ver o Cabo Zé? Sabem tantos tradicionais "bole-bolísticos" preferem votar em qualquer candidatos, menos um apontado pelo "saramandaia" ou mesmo estar do lado a quem os defedem? Então verem Valmir como uma alternativa, apesar de ter sido gerado pela facção "bole-bole", mas que anda abraçando todos os lados.                                                                                                                                                                                                             
   Outro fato relevante, desde a campanha de 2008, quando Valmir é tratado como forasteiro. É uma estratégia fatal para oposição, pois em Lagarto há um grande números de comerciantes e pessoas comuns que vieram de outras cidades e estados, estabeleceram-se por aqui. Esse fato empurra esses eleitores a votarem contrário, pois verem na oposição uma certa rejeição. Isso é uma fraqueza de estratégia, espírito cultural e egoísmo também, parece até que há uma "cancela". Há de reconhecer que Muito dos filhos desta terra desenvolveram-se em vários aspecto n'outros lugares e foram bem recebidos. A começar por Sílvio Romero, pelas oportunidades recebidas em outros estados brasileiro. Afinal o Brasil é uma União Federativa. E quantos "forasteiros" deram suas vidas por esta cidade? Quem conhece a história de Lagarto, sabe que os Jesuítas tiveram grande influência no nosso desenvolvimento, sem contar com comerciantes, historiadores, fazendeiros, professores e tantos outros que firmaram aqui o compromisso do bem comum.
    Os tempos são outros e uma campanha limpa sem fanatismo é a certeza da vitória, sem precisar baixaria e as ofensas pessoais. O comportamento de um candidato ou candidata tem avaliação do eleitor.